"Sobre a vida... Sobre a morte... Sobre o que é de direito"

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O Akira pediu para divulgar o último post no blog dele, e achei o tema bastante pertinente:
Sobre a vida... Sobre a morte... Sobre o que é de direito

Afinal, aborto não é assunto fácil nem esgotado.

5 Comentários

Cris em 05/07/05, às 10:56: Olha, admiro muito o Akira por ter tentado. Acho que somente a mãe pode definir se quer ou não ter um filho. Eu nunca faria, mas não fiquei grávida sem querer, tinha o pai ao meu lado, tinha casa, emprego e apoio da minha família. Não sei qual a situação dessa moça. Por mais que as pessoas digam "estarei ao seu lado", ninguém sabe a responsabilidade que é cuidar de uma vida, além da mãe. Eu sempre digo que a mulher tem filhos sozinha, e é verdade. Eu nunca confiaria no apoio de ninguém para cuidar dos meus filhos. (Reply)
Cris em 05/07/05, às 10:58: Não posso dizer se o que ela fez foi certo ou errado, não estou no lugar dela. Acho que ela fez o que achou melhor, considerando as circunstâncias em que vive. (Reply)
Fantom-K em 05/07/05, às 12:46: Eu sou a favor do aborto, embora seja mais a favor ainda dos métodos contra-ceptivos, afinal sempre é melhor prevenir do que remediar.
Todavia, seja qual for a ideologia da pessoa, o certo é não levar tudo à ferro e fogo, ser um xiita da vida. O planeta está tão cheio de guerras porque todo mundo se julga o dono da verdade.
Cada um deve buscar o que é melhor para si mesmo, independentemente da opinião alheia. (Reply)
Kiki em 07/07/05, às 14:32: E o que é de direito? Uma criança que pede esmolas no carro nos comove. E então a criança que só aprendeu a pedir esmolas se torna um adolescente e rouba e mata, porque sua fofice se foi. Aí a gente pede pena de morte. A mãe da criança não a quer. Seria nobre dar para alguém que a queira. Alguém já viu como é o inferno quando a criança descobre que é adotada? Ela fica insegura, testa a todo momento para ver se é amada. Algumas são devolvidas. Só adultos que sabem exatamente o inferno que vai ser é que aguentam. Se tornam então revoltadas contra o sistema (seja lá o que isso for, porque todo jovem faz isso) e atiram para todo lado. (porque acham que terroristas são sempre jovens?) Aí a gente as mata "como os monstros que são". Acho meio hipócrita a gente soltar um ratinho faminto num labirinto para comer um queijo envenenado e dizer "ele teve a chance de viver se não comesse do queijo". Li na favela aqui do lado "para que condenar quem já nasceu condenado?" O corpo é algo relativo. Matar a carne de uma pessoa é fácil. Matar os sonhos de uma pessoa é cruel. Ao ter uma criança, é feita uma promessa silenciosa. De que vai amá-la apesar de que vai ser um inferno, vai ser difícil, sem querer nada em troca, nem mesmo o amor do filho. E a criança, mesmo não sabendo dessa promessa, sente que precisa de alguém que tenha feito tal promessa. Sem essa pessoa, ela desmorona. Essa é a promessa que nunca pode ser quebrada com uma criança. Quebrar esta promessa é pior do que mata-la. (Reply)
Akira-kun em 08/07/05, às 11:19: Yo´s... Mushi-san... Cris... minna-san...
É que nem eu disse no blog. Eu já tenho um filho o qual tenho que ser pai e mãe ( a mãe dele foi pro Japão com o atual marido). Eu sei como é criar uma criança, faço isso faz tempo e sei como é...
Estava pronto pra assumir isso de novo... (Valeu pelo link Mushi) ! (Reply)

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(...então não estranhem se eles não aparecerem na hora :P)

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