"Resenhas" rápidas: S.O.S. - Tem um louco solto no espaço; Aventuras de Alice no Subterrâneo

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Spaceballs (1987) - mais conhecido como "S.O.S. - Tem um louco solto no espaço" (leiam isso com a voz do narrador dos comerciais da Globo) nas sessões da tarde da vida é daqueles filmes que NÃO VI na infância ou adolescência por que eu tinha aula ou achava mais interessante caçar desenhos animados nos outros canais :p
Numa longa temporada aqui em casa, minha alienígena preferida <3 me fez estrear o Netflix (para mim, não para ela) com essa pérola oitentista. É uma boa paródia de Star Wars e outros filmes da época, com uma dose saudável de quebra da quarta parede, humor bobo e que faz mais sentido para quem assistiu os filmes citados nas piadas. Sim, vocês conhecem esse tipo de filme :)
A história? Ah, preciso falar da história? "Princesa rebelde (hihi) foge de casamento arranjando, encontra mercenário (futuro presidente dos Estados Unidos) e lutam contra vilão causando muitas confusões". Tá bom assim?
E que a Salsicha esteja com vocês!!
Veredicto: Não ri hororres, mas me diverti no nível "Sessão da Tarde" :P
Bom: Esse será o enredo de Star Wars XI!!
Mau: Talvez eu, talvez o filme tenha envelhecido :P

Aventuras de Alice no Subterrâneo (de Lewis Carroll): Gosto de Alice, mas não entendo como ela ficou pop <-- um dia desenvolvo isso, quero falar doutras cousas agora. Esqueçam isso, pulem a linha, parágrafo:

Uma vez usaram a expressão "o livro como objeto", no sentido de que livro não é só texto (pode até ser, os e-readers que o digam), mas também sua forma física, o corpo em celulose da alma literária que reside ali. Um acabamento caprichado, um efeito especial adequado (pop-ups!), elementos mais lúdicos dentro da embalagem... isso pode atrair o leitor e/ou manter a obra na biblioteca por muito mais tempo.
É meio que o caso desse livro para mim: a capa marrom é "feia", não chama a atenção - tanto que só o comprei por saber do que se trata: "Alice no Subterrâneo" é o texto da primeira versão de Alice, manuscrita por Lewis Carroll para presentear a própria menina homônima da personagem que tanto o encantou. Leitores dessa versão incentivaram Carroll a publica-la anos depois (com acréscimos) sob o nome de Alice no País das Maravilhas^^ - mas ao abrir, descobri que era quase um fac-símile do livrinho que foi presente: as tradutoras e editores fizeram uma fonte parecida com a letra de mão de Lewis Carroll, capricharam na tradução, mantiveram as ilustrações originais do próprio, inseriram um livreto com textos explicativos. Tá lindo!! :3
Sobre o texto? É praticamente o mesmo da edição mais famosa, mas sem o chá da Lebre e Março e do Chapeleiro Louco, ou o Gato Cheshire e a cena na casa da Duquesa.
Veredicto: Preciso reler a obra "derivada", mas me deu a impressão que no Subterrâneo a história da menina Alice flui melhor que nas Maravilhas...
Bom: Acabamento físico impecável :3
Mau: ... apesar disso, ele não se destaca na estante, convenhamos =P E pelo conteúdo, e preço, talvez seja apenas um livro "para fãs".

P.S.: Se tiver curiosidade em ler, saber inglês e não puder comprar, o livro completo está aqui: http://www.gutenberg.org/ebooks/19002


outras resenhas:
Rio; Detona Ralph (2016) • Ser Pai de Menina é...; Ghilan (2016)

3 Comentários

Adriana "Strix" em 02/06/16, às 03:13: Uia, legal esse "protótipo" da Alice. Quanto a Spaceballs, nunca vi, e olha que teve uma época que eu via sessão da tarde todo dia. .-. (Reply)

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