
TRANSCRIÇÃO:
Klara: Maria, por que cantenianos falam "errado"?
Maria: É que não ouvimos direito, daí...
Klara: Hmmm...
Maria: Klara, nessa idade e você ainda acredita que tamanho é documento?

A história até agora: o desenhista Miguel Jacob redesenhou várias das primeiras tiras de Klara e Maria. Como o trabalho ficou lindo e vou demorar para finalizar a continuação do Leilão (onde os pais de Klara estão numa distante mansão com gente esquisita), decidi ir postando estas páginas aqui ^^

Para quem não lembra/viu, a a página acima é baseada nesta aqui, e mais uma vez essa versão ainda funciona melhor que a original :)

Por sinal, quem quiser ver as páginas anteriores que ele fez, é só clicar aqui ^^

Uma coisa que não explico muito nas tiras é o porquê das falas de Maria serem "sujas", sempre parece ter outro texto embaixo do que ela fala, tem ruído. E aqui meio que dá a resposta disso, mas nunca fui claro: Maria ouve MAL, assim como todo o povo dela, e isso reflete na fala, ela troca muitas consoantes ("g" com "c", "s" com "z", etc), às vezes falando sons intermediários.
Ela não é surda, mas foi legal ter feito pesquisa sobre os surdos e sua cultura (viva a internet!), inclusive fazendo perguntas para colegas, já que ela compartilha alguns problemas deles. Também fiz meus próprios experimentos com sons e... acho que foi legal. Por motivos de incompetência de autor, Maria não demonstra 10% do que aprendi para compô-la direito, mas um dia chegaremos lá =)
E, voltando: a medida que ela for crescendo, ela errará menos, como dá pra ver nas falas da mãe dela ou do mordomo do leilão.
Ou não: houve uma época que os surdos eram obrigados a aprender a ler lábios e falar ("oralização") e por causa dessa pressão e da difícil curva de aprendizado - "eu não deveria estar gastando meu tempo e energia em aprender outras coisas em vez disso?" - dizem que a oralização não é bem recebida por algumas comunidades. Os surdos tem seus próprios idiomas, que são as diversas linguagens de sinais espalhadas pelo mundo, que são ricas como qualquer idioma falado e geralmente não são aparentadas com as línguas faladas em seus respectivos países.
Nessa lógica, talvez Maria se "revolte" contra ser obrigada a falar uma língua que não ouve direito.
Ou não: ela é boazinha demais pra isso :P
Em tempo: cantenianos podem ser duros de ouvido, mas enxergam MUITO bem.


Ah sim, o blog teve atualizações: além do texto contando minhas aventuras virais mais alguns causos do dia a dia, coloquei um vídeo sobre a previdência (e por que não?) e fiz mais três "reenhas"
1) Tempos de Guerra, uma HQ nacional de 1993, por José Duval.
2) Quadrinhos A2 #5, trabalho da Cristina Eiko e Paulo Crumbim.
3) e Espada de Gelo, um gibi da Disney.
Cliquem aqui para ler tudo :D

Notas não relacionadas:
1) Vocês sabem que minhas tirinhas estão em inglês em dois sites ao menos? No The Duck e no Tapastic
2) A Trasgo, revista online de contos de ficção científica e fantasia está em campanha para publicar seu primeiro livro físico. Cliquem aqui, conheçam a campanha (e o material deles) e adquiram: https://www.catarse.me/pt/trasgoano1. Também visitem o site oficial, a revista já tem treze edições para baixar! ~> http://trasgo.com.br/












A data de nascimento e infância de Ramatut são desconhecidas. Sabe-se apenas que ele nasceu no futuro, por volta do século XXX, sendo um aventureiro numa época de paz e prosperidade. Descobrindo uma máquina do tempo nas minas da propriedade de um de seus ancestrais, ele passou a viver uma existência de conquistas e aventura. A principio, Ramatut saqueou vários períodos de tempo para conseguir armas e tecnologia. Por fim, ele decidiu esta belecer uma base de operações no Egito do ano 2950 D.C.. Criando um ídolo em forma de esfinge para ocultar seu transportador temporal, ele viajou para o passado. Todavia, devido a um erro de cálculo, os circuitos da máquina ficaram danificados na chegada e ele teve seus nervos óticos danificados. Apesar da cegueira, o viajante do tempo subjugou os nativos egípcios facilmente com seu armamento sofisticado. Um dos nativos deu-lhe uma erva rara que curou seus olhos e o fez recuperar a visão. Ele permaneceu naquela era até consertar sua máquina do tempo. No quarto ano de seu reinado, Ramatut foi visitado pelo Quarteto Fantástico, que viajou para o passado com um dos aparelhos do Dr. Destino (veja Dr. Destino). Decifrando certos hieróglifos. o supergrupo tomara conhecimento de uma possível cura para cegueira, existente naquela época, e esperava usá-la em Alicia Masters (veja Alicia Masters). Depois de uma curta vitória sobre o Quarteto, o faraó entrou em seu módulo de tempo e partiu, destruindo todas as evidências da tecnologia que utilizava. Criado por Stan Lee em 1963, até o momento nao se tem notícias de suas atividades.


• Tempos de Guerra (de José Duval): Essa é uma HQ antiga, daquelas que eu tinha na coleção e sumiu por motivos misteriosos (aposto em cleptomania de alguma amizade de meus irmãos) e que fui "obrigado" a recomprar, já que desde sempre achei que merecia estar na coleção. Apesar de ser é história nacional "séria" (no sentido de "não ser humor underground/infantil") no gênero que hoje é chamado de "distopia", Tempos de Guerra parece ter passado sem alarde na época em que foi publicada, o que é uma injustiça.
• Quadrinhos A2 #5 (de
• A Espada de Gelo (Disney): Mais um encadernado Disney (dessa série já resenhei "





Ivan Kragoff, um cientista soviético, tornou-se famoso em seu país por suas avançadas teorias sobre radiação cósmica teorias baseadas na observação e estudo dos integrantes do Quarteto Fantástico, que tinham adquirido poderes sobre-humanos pela exposição aos raios cósmicos no, espaço (veja Quarteto Fantástico). Kragoff teve a idéia de partir com um grupo de macacos treinados para a órbita da Terra em um foguete de sua própria construção, para se expor à ação de raios cósmicos. Sem que os oficiais soviéticos soubessem, ele fez com que o lançamento de sua nave coincidisse com uma viagem do Quarteto à Lua, pretendendo encontrar Richards e usar os poderes que ele almejava adquirir para vencer o cientista que ele tanto invejava. Numa tempestade cósmica semelhante à que causou a transformação no Quarteto, Kragoff obteve a capacidade de tornar seu corpo intangível e os macacos que se encontravam com ele desenvolveram superpoderes. O Quarteto Fantástico combateu Kragoff, que havia assumido o nome de Fantasma Vermelho, bem como seus macacos, e o vilão derrotado foi abandonado na Lua pelos heróis. Passou algum tempo e o Fantasma forçou os quatro superseres a retornar à Lua para uma revanche. Ele foi novamente vencido na área azul do satélite, lar do Vigia (veja Vigia). No, final da batalha, Ivan caiu num transportador de matéria do Vigia e foi teleportado à Terra para seus líderes soviéticos que, decepcionados com suas duas derrotas, resolveram prende-lo na Sibéria. Criado por Stan Lee em 1962, o Fantasma Vermelho fugiu do confinamento, recuperou seus macacos e se aliou a entidades criminosas tais como o Toupeira, Attuma e o Unicórnio, sempre na intenção de destruir seus grandes inimigos.
Joost Van Straaten era um honesto capitão de navio até que sua obsessão por encontrar um tesouro condenou toda a sua tripulação à morte numa tempestade. Por sua atitude, nem o céu nem o inferno o aceitaram depois de morto, e Straaten foi condenado a vagar eternamente pelos sete mares como um espectro, conhecido pelos mortais pelo nome de Holandês Voador. Criado por Stan Lee em 1969, foi Mefisto, o príncipe do Mal, que o retirou do limbo para transforma-lo no perigoso Fantasma - um ser com poderes suficientes para conquistar a alma do Surfista Prateado para o demônio. Sentindo pena do espírito torturado de seu inimigo, o Surfista derramou uma lágrima de compaixão por ele - fato que o retirou do domínio de Mefisto e estragou os planos do ser maligno (veja Mefisto).
Criado por Stan Lee em 1965 para ser um dos inseparáveis companheiros do deus do trovão (veja Thor), a figura de Fandral foi inspirada no grande ator Errol Flynn e sua personalidade, no famoso mosqueteiro D'Artagnan. Excelente espadachim e fiel súdito de Odin. Fandral é galanteador por natureza, além de poeta e excelente apreciador de vinhos. Juntamente com Hogun e Volstagg (veja Hogun e Volstagg), os três formam o que poderia ser chamado de "Os Três Mosqueteiros de Asgard".








