Já falei de Raquel trocentas vezes aqui e em outros lugares: teve uma primeira versão em fanzine, tiveram uma terceira e quarta versões no morto e malcuidado MushiComics e atualmente tem a quinta e definitiva versão sendo escrita por mim e com arte maravilhosamente manufaturada pelo misterioso Miguel.
Bom, com o básico de matemática (tipo, dedos das mãos) dá para perceber que ficou faltando a segunda versão, e é essa aqui. Na virada do século (termo que eu cresci usando para fatos acontecidos 100 anos antes), estava estourando na internet a tecnologia do flash, que eram animações simples e leves, mas com toque interativo que dava para fazer até joguinhos. E também dava para fazer quadrinhos, como os semi-saudosos Combo Rangers provavam com sucesso.
E me veio a vontade de retomar a história do zine de anos atrás e Raquel também entrou na onda do flash :) E durou 10 episódios até eu cansar e a vida me bater (mas com algum reconhecimento :P)
E o tempo passou... o formato flash virou maldito e parte da história da internet deixou de ser acessível pros navegadores atuais. E essa versão da Raquel junto.
Como estou de férias, peguei os arquivos originais da Quel, instalei softwares e cacei algumas fontes que me faltaram. A versão original de Raquel tinha o defeito dos balões aparecerem rápido demais: o meu antigo computador era bem lento, então o ritmo de leitura parecia ok pra mim, que já leio rápido. Pesquisei qual o ritmo ideal para leitura de legendas (3 palavras por segundo), fiz algumas alterações e com o CamStudio gravei um vídeo com a historinha^^
A idéia é ter esse trabalho com todas as dez partes, mas dando um tempo entre elas porque as férias estão no fim e a versão atual de Raquel está seguindo justamente o roteiro dessa versão :) Então não quero por no ar spoilers para quem não leu a antiga versão :P
Não, pera: o mundo tá pegando fogo e as férias estão no fim.
E este blog sempre foi uma péssima janela, também não é um espelho bom. É uma cápsula do tempo, uma das diversas garrafas que atiro ao mar, esperando respostas, sem as esperar.
(Shalla Bal) A bela Shalla Bal é a amada de Norrin Radd, o homem que foi transformado no herói espacial conhecido como Surfista Prateado (veja Surfista Prateado). Quando Zenn-La, o planeta natal de ambos, se viu ameaçado de ser consumido pelo apetite devastador de Galactus (veja Galactus), Norrin Radd foi se oferecer ao devorador de mundos para ser seu arauto e encontrar planetas desabitados para serem consumidos por ele. Aceito pelo poderosíssimo ser, Norrin recebeu poderes cósmicos e uma pele reluzente, tornando-se o Surfista Prateado. Forçado a abandonar sua amada para viajar pelo cosmo, os dois passaram a viver num constante sofrimento, sonhando com o dia em que poderiam se unir novamente. Meses atrás, trazida para a Terra pelo diabólico Mefisto - que pretendia utilizar Shalla Bal em seu intento de arrebatar a alma do Surfista para seus domínios infernais -, o Príncipe do Mal acabou deixando-a em um estado de amnésia, perdida em algum local do planeta Terra (veja Mefisto). O arauto das estrelas, porém, não sabe disso - o que poderá acarretar terríveis consequências. Shalla Bal foi criada por Stan Lee em 1968.
rua do lado de fora do templo: ainda acho curioso a quase total ausência de calçadas em ruas secundárias... (ao fundo, lá longe, a torre de Kyoto)
Bão, depois de visitar o Kiyomizu-dera, saímos para pegar um busão, já que a tarde estava passando e cortar caminho era uma necessidade :)
interior do busão, lembrando que o motorista fica do lado direito do veículo...
...não é o tiozinho sentado à esquerda. Por sinal, o Minase comentou que o coletivo estava cheio - só porque fizemos o trajeto em pé - e disse que já peguei (pegamos, eu e vocês leitores, né?) condução beeeem mais apertada que aquela X).
...que não visitamos porque tinha acabado de fechar T_T
(Já me xinguei hoje por ter separado um dia só pra uma cidade tão rica? Meu anfitrião fez o que pode, eu que fiz errado me minha n00bice ¬¬)
foto dos portões fechados. Se você prestar atenção vai ver que uma moça de botas cor de rosa tirou fotos da gente :P
E decidimos andar um pouco:
...só um pouquinho :P
Mas caminhar vale pelo sabor de exploração - quem me conhece sabe que gosto de andar - e de conversar, mesmo com a barreira linguística entre nós :)
Como devem ter notado nas fotos acima, vi alguns riquixás pela cidade, pra fazer a alegria de turistas e dar uns trocados a mais pros nativos ^^ Mas nem ousei ver quanto custava um passeio ou fazer um, ver de longe já foi divertido o suficiente pra mim :P
Em certa altura, tinha um parado numa esquina, com as passageiras tomando um sorvete de massa, e o carregador encostado no carrinho, fazendo a mesma coisa, em poses idênticas. É daquelas cenas que lamento não ter fotografado, mas ainda desenharei :)
E, de lá, pegamos trem pra Osaka, terra de Minase que fica logo ao lado.
Mas a visita à essa cidade ficou pro dia seguinte. Fui pra um hotel e capotei, porque o dia foi cansativo ^^
Antes de encerrar, queria dizer uma coisa sobre estes textos sobre Kyoto: a nerd aqui pegou cada uma das fotos que tirei aquele dia (exceto as no entorno da estação de trem) e marquei no Google Earth:
(clique e amplie :D)
...gastei um tempão fazendo isso, às vezes me surpreendi descobrindo que alguns lugares mudaram bastante de lá até hoje, mas no geral o esforço ajudou muito a trazer de volta as memórias daquele dia (ou ao menos deduzir algumas coisas) e me trazer mais algumas infos que eu não tinha naquela época^^
Talvez o próximo post demore um tanto pelo mesmo motivo: eu ainda não mapeei as fotos de Osaka ^^""
E faz um tempo que falei dos hiragana, e fiquei me devendo ao menos falar dos katanana, o silabário usado geralmente pra escrever palavras estrangeiras e onomatopéias. Assim como os hiragana, eles derivaram de uma simplificação dos kanji, a escrita ideográfica de origem chinesa. Mas, enquanto os hiranaga foram criados pelas mulheres da corte, os katakana foram criados pelos monges budistas. E assim com aquelas, cada "letra" é uma sílaba:
ア
イ
ウ
エ
オ
a
i
u
e
o
カ
キ
ク
ケ
コ
ka
ki
ku
ke
ko
サ
シ
ス
セ
ソ
sa
shi
su
se
so
タ
チ
ツ
テ
ト
ta
chi
tsu
te
to
ナ
ニ
ヌ
ネ
ノ
na
ni
nu
ne
no
ハ
ヒ
フ
ヘ
ホ
ha
hi
fu
he
ho
マ
ミ
ム
メ
モ
ma
mi
mu
me
mo
ヤ
ユ
ヨ
ya
yu
yo
ラ
リ
ル
レ
ロ
ra
ri
ru
re
ro
ワ
ヲ
wa
wo
ン
n
(essa tabela tá bonitinha, mas tá bem simplificada, ok? :P)(to aqui pra falar de viagem, não pra ensinar 日本語)
(Moondragon) Heather Douglas é filha única do corretor de imóveis Arthur Douglas e sua esposa, Yvette. Certa noite, quando Heather tinha três anos de idade, ela e seus pais estavam retornando a Los Angeles, depois de passarem as férias em Las Vegas, quando, de repente, presenciaram a aproximação de uma nave de reconhecimento pertencente ao diabólico titã chamado Thanos (veja Thanos). Desejando segredo sobre sua presença, Thanos fez com que o carro da família sofresse um acidente e explodisse, matando todos os ocupantes, menos Heather, que havia sido lançada do carro - pouco depois, a alma de seu pai foi recolhida por Mentor e Kronos, que o transformaram em Drax, o Destruidor (Veja Mentor e Drax). Sozinha no deserto, a criança foi resgatada por Mentor, o bondoso regente do satélite de Saturno chamado Titã e pai de Thanos, que estava monitorando todas as atividades perversas de seu filho. Levada ao satélite de Saturno, Heather foi colocada no mosteiro de Shao-lom para ser treinada nas artes e disciplinas dos antigos monges de Titã. Embora não pertencesse àquela raça, Heather foi submetida aos mesmos rigores dos outros sacerdotes e sacerdotisas, e conseguiu dominar as mesmas disciplinas físicas e mentais que eles. Em Shao-lom ela aprendeu a obter total controle de seu corpo e mente, bem como obteve maestria completa de seu potencial psíquico latente. Heather também se tomou fuma excelente atleta, lutadora marcial e geneticista. Assim que atingiu a maturidade, Mentor condecorou-a com o título cerimonial de Serpente da Lua - o nome de uma criatura que deu origem a inúmeras lendas interestelares. Thanos, finalmente, tornou-se poderoso o bastante para desafiar seu pai, e organizou um ataque direto a Titã, o que destruiu muito de sua pacífica civilização, incluindo o famoso mosteiro. Fugindo do satélite em seu próprio veículo espacial, a Serpente da Lua chegou até a Terra, onde, sob o nome de Madame Maligna, começou a testar alguns dos supercampeões do planeta para possivelmente utiliza-los na guerra contra Thanos. No decorrer dos eventos, ela acabou se unindo ao Capitão Marvel; Drax, o Destruidor; e aos Vingadores para enfrentar o terrível titã (veja Capitão Marvel, Drax e Vingadores). Assim que Thanos foi derrotado, ela permaneceu em contemplação e meditação em um templo Shaolin, até que o maquiavélico filho de Mentor, dado como morto, ressurgiu com o objetivo de destruir todas as estrelas do Universo. Novamente reunindo todas as suas forças para enfrentar Thanos, a Serpente e seus supercompanheiros Vingadores conseguiram a derrota final do vilão, que, graças ao poder de Warlock, acabou sendo transformado numa estátua de pedra (veja Warlock). A Serpente da Lua foi criada por Mike Friedrich em 1972.
A pandemia e quarentena acabaram cortando minhas saídas para comprar gibis e livros nos fins de semana, mas também não estou lendo mais que antes - na verdade, ando lendo até menos, dedicando o tempo em casa para correr com outros aspectos da vida.
Nacionais: 1 de março
• Dragon Ball Super #10: mesma opinião que aqui (11 volumes até agora)
• Relógio do Juízo Final #10:mesma opinião que aqui (12 edições, tá acabando!)
• Uzumaki - mangá de terror (é?) que me recomendaram.
• Além de Palomar - o material dos irmãos Hernandez (as séries de Palomar e Love & Rockets) também são recomendadíssimas. Li MUITO tempo atrás coisas soltas. Gostei e já que estão lançando tudo devagar, decidir não perder a chance.
17 de abril
• Maxwell, o Gato Mágico: e não é que saiu a edição nacional das tirinhas do Moore, com mais material que a única compilação gringa existente? :D
• Beasts of Burden - Guardiões da Vizinhança: claro que ia comprar o terceiro volume de Beasts of Burden, né??
• Eternauta 1969 - Esse gibi argentino é famosão, elogiadíssimo... e tem mais de uma versão. É a terceira que pego, de nenhuma lida até agora :P
Importados: 1 de março
• Psychoanalysis: mesma opinião que de "Vault of Horror", da EC Comics. Com um adendo que este é uma das revistas da fase final da editora, depois da criação do Comics Code.
8 de março
• Justice League: Corporate Maneuvers: mesma opinião que saiu por aqui.
• Amazing Spider Man (Epic Collection) #5 - Secret of the Petrified Tablet: mesma opinião que aqui, e ainda urge fazer um ponto de corte.....
30 de abril
• Impact: está na mesma leva de Psychoanalysis. Essa coleção está no fim - ao menos o recorte de histórias que me interessam -, então dá pra fazer um sacrifício e completa-la com o dólar virando um celestial nessa crise nas infinitas pandemias.....